Sábado, 16 de Maio de 2009

Barra do Piraí


Uma excelente cidade no interiorzão do estado do RJ. Assim podemos definir com clareza Barra do Piraí. Como referência, temos Volta Redonda a uns 40 km, Valença a cerca de 50 km e Piraí a 35, 40 km. Extremamente independente, com farta estrutura de mercados, farmácias e bancos, Barra depende muito, mas muito pouco de Volta Redonda, o grande centro mais próximo de sua sede. Barra fica a 2:10 min de ônibus do Rio.

Qual seria o Cartão Postal de Barra? Na minha opinião, sem dúvidas a ponte Getúlio Vargas (foto), que corta o Rio Paraíba do Sul. Geralmente o Paraíba divide municípios e Estados em grande parte dos casos no nosso estado. Barra é muito bem cuidada, sempre que possível limpinha e com diversas pracinhas, sendo a praça central imponente, com palco, chafariz e até telão. Tem um “Micro Mercadão da Uruguaiana”, muito bom. Barra tem umas 10 lojas de R$ 1,99, todas ótimas, além de ter lojas de roupa com excelentes preços.

Clima extremamente úmido. Pra eu que sou alérgico é péssimo. Deve ser gelado em épocas de massa de ar frio. Por exemplo, aqui em Niterói seria uns 20°, lá uns 15°, 14°. Não é aquele frio seco de Friburgo e suas afluentes (Duas Barras, Bom Jardim, Cantagalo, Cordeiro, etc).

Opções boas de barzinhos, sempre que tenho que ver um jogo de futebol interessante, vamos aos ótimos trailers junto ao Rio, sendo um com telão e cerveja a um preço ótimo (Itaipava por R$ 2,50).

Bem, o Hotel São Luiz é aquele tipo de Hotel velho, clássico pra se hospedar trabalhadores a um preço bom. Mas não é muiiiiiiito bem cuidado, embora tenha excelente serviço e café da manhã competente. Uma curiosidade: Como o período de 12 h custa R$ 30, já viu! É um entra e sai de casais sedentos por um vuco-vuco expresso sem muita frescura dos Motéis de cascatas, duchas, etc.

E se você quiser ir a lugares clássicos, a região dispõe de Fazendas Históricas, Valença e Vassouras dão show e até Barra tem as suas. Ainda em território de Valença, o clássico distrito de Conservatória, terra das serestas.

Visite Barra. Fazem por onde. Não é uma cidade com atrativos turísticos, mas muito bem cuidada. Se você tem interesse em sair da cidade grande e encontrar uma cidade de interior estruturada, bonita e tranqüila, é Barra!

Sábado, 25 de Abril de 2009

Aperibé & Itaocara


Em mais uma edição especial, falaremos sobre as cidades de Aperibé e Itaocara. Geograficamente, numa definição mais certeira ambas se situam no Centro-Norte fluminense. Bastante distantes da capital, diga-se de passagem.



O evento em questão foi uma ação comunitária promovida pelo INCRA, mas sem-terra que é bom, nada. Quem aproveitou foi o povo da cidade, sendo 90% mães levando crianças para retirarem sem 1º RG. Enfim... Fomos eu e mais 2 colegas de carro via Rio – Teresópolis, em uma viagem rápida para distância: 3 horas. O único aspecto deplorável nesta empreitada é o estado lamentável da estrada na parte mineira da viagem, no trecho entre Além Paraíba e Pirapetinga. Sendo que entre Além Paraíba e Volta Grande é dar medo. Só buracos, barrancos no meio da estrada e diversos trechos em meia pista. Alô, Aécio! Ta ruim demais!

Aperibé é uma cidade que infelizmente não oferece muitas opções. É muito dependente de suas vizinhas Itaocara e Santo Antônio de Pádua. É a primeira cidade que vejo não ter uma agência do Banco do Brasil. Tem apenas um Itaú. A pousada oferecida era extremamente aquém, é melhor ir para Pádua (Van por uns R$ 2) ou para Itaocara (Van R$ 1,25) e escolher boas pousadas. É muito quente, até por ser uma caracterítisca da região, mas refresca bastante à noite. Podemos separar nos pontos positivos a belíssima praça, o ótimo museu da cidade (ou casa cultural, se preferir), e pelo menos na sexta à noite, muito movimento no centro da cidade. Olha, já passei algumas sextas à noite em outras cidades do interior, muito melhores que Aperibé, tais quais Cantagalo e Cordeiro e não vi o ótimo movimento, longe do marasmo que sugere uma cidade pequenina feito Aperibé.

Itaocara entra nessa história por ser uma área de escape de Aperibé. 10 minutos de Van separam as cidades. Itaocara é mais evoluída sem sombra de dúvida, mas nada demais. Cantagalo é razoavelmente mais estruturada, por exemplo, pra citar uma cidade da mesma região. Fomos a Itaocara comprar passagens e para ir embora ao dia seguinte. O que me impressionou em Itaocara foi o valor dado ao entorno do Rio Paraíba do Sul, que divide Itaocara de Aperibé. Várias pracinhas e até um restaurante que fica meio que suspenso sobre o Rio. Muito legal. Faltou um caixa eletrônico 24 horas. Aí, Itaocara subiria um pouco mais no Ranking. Mas é uma cidade aprazível. Vale conhecer.

Na volta, nosso trajeto foi via Friburgo. 6 horas com um motorista ultra - hiper roda presa. Uma ressalva: o trecho entre São Sebastião do Alto e Macuco, onde a qualidade do asfalto está horripilante.

Segunda-feira, 16 de Março de 2009

Edição Especial: Nordeste

DIA 1 – 28/02/09
Desembarcamos no aeroporto Gilberto Freyre, em Recife-PE por volta das 19 horas. A principio, fiquei um pouco impressionado com a beleza da construção. Muitos painéis, e me pareceu ser grande também. Meu último desembarque foi no de Vitória-ES que é bem pequeno. Malas recolhidas, rumo a Jaboatão dos Guararapes-PE, nossa hospedaria, onde fomos super bem recebidos pelos tios Ricardo e Necy.

DIA 2 – 01/03/09
Já de cara, pude dar um overview sobre Jaboatão, com mar lindíssimo em que pudemos ver pelo alto. Jaboatão pode ser facilmente associado à Niterói-RJ, onde moro, por ser uma espécie de “braço-direito” do Recife, assim como Niterói é do Rio. Dotada de um belo litoral, com emergentes edificações, Jaboatão também tem estrutura. Um bom Shopping, gastronomia e tudo bem perto do Recife, isso sem uma “Ponte da vida” pra atormentar. De tarde, pudemos fazer um tour de barco pelo Recife. O rio Capibaribe foi nossa estrada. Um lugar que dá muito valor para sua história. Vemos nos casarios, construções tombadas, e diversas manifestações artísticas. No Recife Antigo, a atmosfera do carnaval recifense deu o ar de sua graça. Lembra o centro do Rio um
pouco por suas ruas estreitas.

DIA 3 – 02/03/09
Hora e vez de ver qual é da mais famosa praia de Pernambuco, a de Boa Viagem, Recife. Avisos de cuidado com Tubarões são as boas vindas. E os arrecifes formando piscinas naturais? Ge-ni-al! Água quentinha, como no litoral do PE todo. Muito diferente daqui do RJ. Prédios imponentes emolduram a orla. Os mais bonitos que já visão da orla de Vila Velha-ES, mas esses do Recife parecem ser apartamentos grandes, mais antigos. Hotéis 5 estrelas também são vistos. Experimentamos o transporte público da Cidade, razoável, mas achei uns 5% melhor que o nosso, que, aliás, é uma porcaria. A periferia do Recife me pareceu menos agressiva do que a nossa, ao menos visualmente. Não que eu tenha ido lá, mas pode se avistar de longe em alguns pontos.

DIA 4 – 03/03/09
Hora de conhecer o litoral sul pernambucano. De Recife até Porto de Galinhas, nosso destino, passamos por algumas localidades, mas ressalto Cabo de Santo Agostinho-PE, que possui litoral e pareceu-me uma cidade deveras razoável, deve ser bastante visitada, vi alguns postais de lá. Passamos na entrada da sede de Ipojuca-PE, mas também não entramos. Chegando em Porto de Galinhas (que não é uma cidade, é uma espécie de distrito de Ipojuca) fiquei absolutamente embasbacado com a beleza do lugar. Praias maravilhosas e um centrinho estruturadíssimo, afinal recebe visitas de todo o Brasil e até de estrangeiros. Bons restaurantes, dezenas de lojinhas de artesanato, bancos, Correios e muitas opções de passeios. Se você for com dinheiro, sai durinho. Garanto. As pessoas que trabalham na praia vão tentar arrancar cada níquel que você tiver. E com razão. Das pessoas que vão pra lá, pelo menos 90% estão com bolsos abarrotados e eles sabem disso.

DIA 5 – 04/03/09
Paraíso. Posso definir assim nosso destino deste dia. Vamos traçando a rota. De Porto, andamos um pouco até chegar a Sirinháem-PE, um pequeno e pacato município. Passamos na entradinha, mas o próprio Guia alertou: “Não tem nada para vocês verem aí”. Ok. Passando por canaviais, chegamos ao Rio dos Pássaros e seu imponente mangue. Localizada no município de Tamandaré-PE, a Praia dos Carneiros tem água cristalina, piscinas naturais e excelentes bares e restaurantes. Tudo isso num lugar absolutamente no meio do nada! Mas tem até escola e igreja. Impressionante! Passamos em Nossa Senhora do Ó, outro distrito de Ipojuca, pacato também. Apesar de citar Ipojuca diversas vezes, acabamos não indo ao distrito sede. Estando em Porto, pra quê?

DIA 6 – 05/03/09
Despedida de Porto e retorno ao Jaboatão. Conhecemos o ótimo Shopping Guararapes.

DIA 7- 06/03/09
Hora de conhecer mais unidade de nossa federação, a Paraíba. Podemos citar com relevância de nosso trajeto os seguintes municípios: Paulista-PE, Abreu e Lima-PE, Igarassú-PE, Goiana-PE, Pedras de Fogo-PB, Alhandra-PB e Conde-PB. Apenas em Abreu e Lima pudemos passar em seu distrito sede, porém, sem descer do carro. Cidade de interior boa, afinal tem a BR 101 a seus pés, um trunfo. Chegando a João Pessoa-PB, nosso destino, pude ir à Ponta do Seixas, extremo oriental das Américas. Como o mar de lá é bonito. João Pessoa pareceu-me uma excelente opção, caso surja uma oportunidade no Nordeste em algum lugar no futuro. O Mercado de Artes da Paraíba é outra atração. As comidas típicas são geniais. Cidade ensolarada e muito bonita.

DIA 8 – 07/03/09
Hora e vez do Agreste. Nosso trajeto passa por Vitória de Santo Antão-PE (por fora), Bezerros-PE, onde até paramos as margens da rodovia para comprar bolo, mas também não entramos, Gravatá-PE, onde volto pra falar depois, até chegarmos a Caruaru-PE no famoso Agreste de Pernambuco. Na estrada notei algo crasso. Sabe aquela coisa que você vê na TV, com vegetação semi-rasteira e vários cactus? Existe! Então, já estamos em Caruaru, a 2ª cidade do estado. Leis de trânsito? Pra quê?! Parece a Índia! Sol de rachar o coco. A Feira de Caruaru PRECISA ser vista, caso você vá lá. Tudo bom e barato. Se algum dia voltar, juro que levo um qualquer a mais. VALE! Tem cerca de 200.000 habitantes. Interior sem cara de interior. Voltando, conheci Gravatá, na Serra local. Paz, tranqüilidade, um clima bucólico e uma estrutura boa. Tudo que você quer na vida. E perto do Recife, 85 km apenas. Lembrou um pouco Cantagalo-RJ, mas uns 30% mais estruturado. A pracinha de Cantagalo é imbatível, mas o resto de Gravatá me pareceu melhor.

DIA 9 – 08/03/09
Domingão foi de dia ver como Candeias se comportaria num domingo de sol arrebatador. Adivinhe? Praias lotadas. Nem fomos pra Recife? Pra quê? Tinha tudo ali. Barracas com cadeirinhas grátis (não seja cara de pau de ir embora sem consumir nada, é feio, mas nada que três Brahminhas não resolvam), hospitalidade, humildade, simpatia. À tarde, nessa jornada de municípios, conhecemos o mais bonito: Olinda-PE. Irmã do Recife (até aniversário fazem no mesmo dia, no caso, HOJE, quando vos escrevo, 11/03), absolutamente vizinhas, Olinda tem sua tradição no carnaval de rua, nas ladeiras, todo o casario maravilhoso e seu inigualável artesanato. Sem contar a linda vista pro mar. Igrejas fantásticas também podem ser vistas, como o Mosteiro de São Bento e seu altar de ouro, algo inexplicável. Visite Olinda. Eu garanto a satisfação. Próximo ao Palácio do Governo, em Recife a praça é lindíssima. Conheça Maurício de Nassau e o Baobá, uma árvore de diâmetro espesso. A Ilha do Retiro, campo do invejoso Sport Recife (inveja títulos do Flamengo, inveja a camisa, etc) também foi vista por fora. Ora. Estava com a camisa do Náutico, o Timbú, meu time em Pernambuco. Um "colega" me viu com a camisa zoando em frente ao estádio. O olhar assassino dele me fez pensar: “A rivalidade aqui também ferve!”.

DIA 10 – 09/03/09
Despedida da Boa Viagem! Dia de maré alta. Nunca menospreze a tabela de marés no Nordeste! Você pode se afogar, fica preso em algum banco de areia, arrecife, etc. No meu caso, levou-me uma Skol que eu degustava. Recife... Cara, falando com honestidade Recife não deve nada em relação aos grandes centros do Sudeste. Vou sentir saudades.

DIA 11 – 10/03/09
Um mergulho em Candeias e retorno ao Rio de Janeiro-RJ. Bem, perdemos um vôo, mas as quatro horas de mofa no Guararapes nos deram a oportunidade de conhecer um pouco mais do aeroporto internacional. Várias obras de arte, totens, lojinhas ótimas, muito, mas muito bom. Classe A total. Valeu, Nordeste!

Sábado, 15 de Novembro de 2008

Angra dos Reis on thru...




Chegamos novamente a Costa Verde, mais precisamente em Angra dos Reis, seu centro, sua principal cidade.




Com certeza você já ouviu falar em Angra dos Reis. Ilhas paradisíacas, praias espetaculares, bilhardários montados em Iates, nego chegando e saindo de helicóptero... Pois bem, tudo isso tem. Uma visão muito romântica. "Pôxa, você vai par Angra?! Legal, hein!?" Sim, é legal, mas não adianta não ser bilhardário, não chegar e sair de helicóptero e a única praia "ível" é a do Anil, absolutamente poluída. Mesmo assim, saindo as 17h não tem como. É muito bonito ver do Hotel a Ilha Grande, dá mesmo muita vontade de ir, mas Angra, numa grande verdade, é uma cidade de médio porte, com problemas como todas as outras similares. Esse romantismo das Ilhas e Iates é apenas para ricos. A realidade é dura.




Esperava mesmo a estrutura que achei, com bons mercados, farmácias, comércio amplo, farto. A feirinha de arte com souvenirs da cidade é muito boa, recomendo. A surpresa ficou por conta da favelização da cidade, muito intensa. Dá pra ver por todos os lados. Repare na foto que ilustra o post. A Marina do bom Shopping Piratas, onde é o Posto, com seus luxuosos barcos e ao fundo, uma comunidade.




No trabalho, minha estréia como supervisor de equipe. Muito trabalho, apurrinhação, mas isso não vem ao caso. Com certeza, viajar pra uma cidade mais calma é vantajoso, Angra é pra vc ir a passeio, curtir uma boa voltinha de Saveiro, dar um mergulho na Ilha Grande, enfim, pra trabalhar nem é muito vantajoso.




Resorts? Meliá, Porto Galo?! Contente-se com o Hotelzão Cherry, amigo! HAHAHAH! Toda vez que vejo a plaquinha, ao chegar, cantarolo "She's my cherry pie..." pra descontrair. Nem é horrível, como a fraquissima Pousada Mendonça de Mangaratiba, nem excelente, como a Morada das Flores de Petrópolis. Quebra o galho, serve.




Queria entrar de férias e viajar a passeio, o "pacientômetro" está na reserva...




Hold on!




Domingo, 12 de Outubro de 2008

Itaboraí, OUT '08!

Itaboraí se situa a 35 km de Niterói. Estima-se que tenha 200.000 habitantes. É uma cidade que tem um potencial econômico muito forte, o pólo gás químico que vem aí deve dar esse levante que Itaboraí tanto necessita, e que seus governantes ao longo desses anos nunca o fizeram. Ruas próximas ao Centro não tem asfaltamento, na beira da rodovia a poeira come solta, pois simplesmente não tem calçamento em suas margens. Uma pena. Se recebesse um melhor tratamento de seus governantes, Itaboraí teria muito mais valor no cenário da região metropolitana.

O bairro onde fica o posto é um dos principais da cidade, Venda das Pedras. Mesmo assim, sofre com o abandono e com o descaso. Uma recente pichação em um muro, logo após a eleição de domingo passado reflete bem o clima: “Venda das Pedras, três vereadores eleitos e continua abandonado!” Realmente, não dá pra entender. No
Sub-bairro Quissamã, onde fica o posto do Detran, ao menos na rua principal tem paralelepípedo, mas tem muita terra nas “calçadas” sem qualquer tratamento, a população mete o pau, com razão.

Um dos retratos disso tudo foi a eleição municipal. Um candidato foi eleito, mas cassado, deu sua vaga ao 2º colocado. Ninguém sabe, por hora, se Sérgio Soares ou Dr. Audir, quem irá governar a cidade nos próximos quatro anos, onde nascerá o pólo gás químico. Se a cidade não crescer com essa alavanca, desiste. Vai mesmo ficar com a eterna alcunha de “Parou no tempo”.

Itaboraí merece gente boa pra lhe guiar. Esse sentimento de que é um limbo entre a Região Metropolitana e o Interior tem que acabar. Itaboraí, tanto no mapa, quanto em população é cidade de médio porte, podendo exercer um papel superior ao atual. Ou seria um link entre os dois pontos do Leste Fluminense? Se for considerar que Niterói é a principal cidade, São Gonçalo uma espécie de auxiliar, na outra ponta teríamos as interiorianíssimas Casimiro de Abreu e Silva Jardim, então Itaboraí seria mesmo um elo ideal nisso tudo. Sei lá, ainda acho que Itaboraí tem que exercer um papel mais decisivo.

Merecem, pois é uma gente humilde e simpática!

Hold on!

Domingo, 7 de Setembro de 2008

Mangaratiba


Depois de 1 mês em Niterói, é desnecessário escrever sobre a cidade em que vivo há 22 anos, então (às vezes) não há muitas novidades, aventuras.

Mangaratiba é uma cidade em que uns dizem que é baixada (pelo menos a cor da Van é amarela, cor da baixada), outros, eles de lá, se valorizam mais, com razão, dizendo-se costa-verdenses, juntando-se a Paraty, Angra dos Reis e vou além: Itaguaí. Outra cidade vizinha considerada baixada, que forçando a barra é Costa Verde também. O fato é que Mangaratiba é rodeada por montanhas de mata atlântica e pelo mar verdinho, lindíssimo, características típicas da Costa Verde, no sul fluminense.

Como cidade em si, Mangaratiba é formada por vários bloquinhos, distritos, ou pequenas praias que são bairros, lugarejos. Raramente se habita a parte alta das serras. Algumas eu vejo o ônibus saindo do Centro, tipo a Serra do Piloto, com seu busão mega-ultra f**, estilo o busão Casimiro de Abreu - Sana, disparado o mais f** que já andei na vida, com assoalho furado e tudo mais. Se você for julgar Mangaratiba apenas por seu centro, não passaria de uma Duas Barras com uma prainha (suja) no centro. Mas não é. A cidade é razoavelmente populosa, tendo “bloquinhos” consideráveis como Itacuruçá e Muriqui, e outros menos famosos como Conceição de Jacareí e a Praia do Saco. Como a faixa habitável entre a serra e o mar é curta, resta par eles se habitarem em “bloquinhos”. Fica bem heterogênea a cidade.

Algumas praias lá são maravilhosas e suas ilhas paradisíacas. Acho que Mangaratiba pode ser considerada uma Angra “light”, é isso. Sem muvuca. Mangaratiba também tem resorts famosos, como o Club Med e o Portobello. Lembro-me bem quando eu ia pra Paraty, via todos. Aliás, que vantagem, apenas 02h de ônibus Niterói – Mangaratiba. Bem menos que as 04h30min até Paraty.

Tem estrutura ótima para uma cidade do interior, com HSBC até. O posto é movimentado, raramente há descanso. Pela 1ª vez, peguei um feriado municipal (08 de Setembro – Dia de N. Sra. da Guia).

Praia? Tem a do Centro, mas é poluída pelos muitos barcos de pesca, uma ou duas línguas-negras e pela Barca pra Ilha Grande. Sim! Da Barcas S/A e tudo, mas muito cara final de semana. VINTE E CINCO REAIS o bilhete duplo. Ta louco... Mas os bichos-grilo deitam e rolam, e vão, é... Passear na Ilha Grande rs... Mas praias boas mesmo, que eu já tenha ido, Praia Grande, de ouvir falar Ibicuí, Sahy e Conceição de Jacareí.

Por hora é isso. No último fim de semana passo um resumo aí do que rolou lá.

Hold on!

Domingo, 27 de Julho de 2008

Carapebus: Semana final



Uow!





Fechando Carapebus, sem muitas novidades. Foi realmente tranquilo, foi super legal a Juli lá no ultimo dia, tiramos fotos pela cidade, mas não consegui conhecer as praias e a lagoa. Nem sempre um Lenny Kravitz aparece numa cidadezinha de interior, como foi em Duas Barras, então fica dificil a gente arrumar alguma coisa construtiva e de fato para escrever. Serviu realmente pra descansar a cabeça e colocar algumas idéias no lugar.






Quando deixamos Carapebus, fomos para Macaé pegar o Bus pro Esipirito Santo, onde teríamos uma festa. Que rodoviária INFERNAL, fora que o Bus vinha de Niterói, então atrasou... A rodoviária é pequena demais pra cidade. É muita gente que trabalha pra Petrobrás e suas derivadas e que volta sexta pra casa. Cruz credo! Diga-se de passagem, Macaé está um mundo! Tem todas os benfícios e principalmente malefícios trazidos pelo progresso...





Em Agosto, CASA! Niterói bombando a toda vem aí!





Hold on!